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Falar sobre música portuguesa num contexto pop pós-moderno é sempre uma tarefa que tem tanto de progresso como de enraízamento. Cruzam-se os espaços, os tempos e as ideias: n'Os Tornados há um revivalismo surf rock de bailarico de "outros tempos"; nos dR.estranhoamor há uma herança legítima da chamada música moderna portuguesa (agora) em moldes indie; nos OqueStrada há tudo e mais alguma coisa de fado em bandas-sonoras de imaginário europeu. E até o título da peça de teatro "A Partir de Amanhã" tem qualquer coisa de visionamento futuro. São novas tendências. Em português. Naquele que é o último ciclo do Subscuta de 2009.
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